Barreira do Som

AMITRANO

Pare de sorrir

Pare de chorar

Venha curtir

Venha dançar

Aqui,  sorria

Dance todo dia

Venha me dizer

Que você não quer

Se encucar

Com qualquer mulher

Se esconda no som

Cante até fora do tom

Mas venha cantar

Se não quiser

Venha dançar

 

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Boca a Boca

Amitrano

É pra você

Que eu faço bonito

Mesmo sem você me ver

Eu não acredito, e paro, e fito

Seus olhos no além

Como um mito ou como alguém que é onipresente

E os atos perfeitos, assim de repente

Eu dedico a você

E explode no peito um vazio imenso

E onde eu penso existir uma pomba

Existe um silêncio

Como Hiroshima depois da bomba

Quero lhe encarar boca a boca e dizer

O que meras palavras não são capazes de esclarecer

Deixar que essa febre louca se apodere de nós dois

Que a juventude corre nas bicas

O resto deixe pra depois

 

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Casa de Mãe

Amitrano

Quando vou à casa de mãe

Não saio de lá tão cedo

Tem bolo, café, chocolate

Ate lamber os dedos

Quando vou à casa de mãe

Parece que o tempo para

Porque pai e mãe são assim

Bem mais que joia rara

Quando vou à casa de mãe

Mulher reclama de mim:

– ‘’Homem cadê você, que demora tanto assim?’’

– ‘’Tô aqui, tô aqui, tô aqui, saio, não

Quando for, vou deixar o coração’’

 

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