A Poeta

Era uma engenheira

Não de casa, rodovia, elétrica…

Mas de palavras, de rimas e métrica

Construía pontes, estradas, moradas

Não com cimento, areia e argila

Mas com fonemas, com letras e sílabas

Fez uma torre que caiu sem aviso

Não com desenhos precisos e com lógica

Mas com sonhos,  sorrisos e lágrimas

 

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Falta Palavra

Tanta palavra

Tenta dizer

Tinta não falta pra colorir

Tonta, me disse olhando pra mim

Mas sempre falta palavra pro fim

 

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Verde

Amitrano

Verde lindo

Ver- te linda

Ver de verde

Ver- te indo

Ver- te rindo

Ver- te ver- te

Verde ainda

 

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